CAIU NA BOCA DO POVO VIROU NOTICIAS

mulher e idoso poderão descer fora do ponto

Descida de ônibus deve ocorrer em um local que obedeça ao trajeto da linha
Lei vale das 10h da noite às 5h da manhã / Fabio Arantes/ Secom/DivulgaçãoLei vale das 10h da noite às 5h da manhãFabio Arantes/ Secom/Divulgação

Do Estadão Conteúdo noticias@band.com.br

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), sancionou a Lei 16.490, que autoriza mulheres e idosos a desembarcarem fora do ponto de ônibus, em local mais seguro e acessível, das 22h às 5h. A norma foi publicada nesse sábado no Diário Oficial da Cidade e já está em vigor.

 

Pela nova legislação, a descida deve ocorrer em um local que obedeça ao trajeto regular da linha e onde não seja proibida a parada de veículos.

Proposto pelos vereadores Gilberto Natalini (PV) e Toninho Vespoli (PSOL), o projeto foi inicialmente pensado para mulheres, mas os idosos acabaram incluídos. “O desembarque em local incerto contribuirá para minimizar assaltos furtos e outros tipos de delitos”, diz um dos pareceres apresentados durante a tramitação na Câmara Municipal paulistana.

 

Na justificativa do projeto, neste ano, Vespoli alegou que regras semelhantes já funcionam em outras cidades do próprio Estado de São Paulo, no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Pernambuco. Segundo defendeu Natalini, que há dois anos busca a aprovação dessa norma, “com a prerrogativa de desembarcar fora do ponto, mulheres e idosos poderão escolher o local mais seguro já que existem paradas em locais escuros que favorecem a ação de ladrões e criminosos”.

 

Para o engenheiro Luiz Célio Bottura, ex-ombudsman da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a medida não fere os códigos de trânsito e não deve causar problemas, pois o tráfego nesse horário é reduzido. Mas ressaltou a necessidade de um bom treinamento aos motoristas de ônibus. “Tem de haver boa sinalização na parada, não parar bruscamente nem em esquinas, para evitar acidentes. É preciso treinamento.”

Dilma: família usa dinheiro público para mordomias

Segundo revista, parentes da petista têm frota oficial e seguranças
Família da petista tem oito seguranças e oito motoristas / Adriano Machado/Reuters
Uma reportagem da revista IstoÉ mostra que a filha de Dilma Rousseff e o genro da presidente afastada contam com mordomias pagas com dinheiro público. A lei não prevê frota oficial nem seguranças para parentes de presidentes.

A publicação revela documentos e aponta que oito automóveis blindados e com placas frias são usados em Porto Alegre por Paula Rousseff Araújo, o marido e os filhos.

A família também conta com oito seguranças e oito motoristas, tudo pago com dinheiro público.

Um decreto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 2008, limita o uso de carros oficiais e parentes de presidentes não estão incluídos na lista.

Por lei, só teriam o benefício por exigência de razões de segurança.

A revista apurou ainda que a filha de Dilma usa os veículos para todos os deslocamentos, como ir ao salão de beleza e ir às aulas de pilates. Só em junho, segundo a reportagem, a frota teria consumido mais de R$ 13 mil em combustível.

Mau jornalismo

Em nota, a assessoria de imprensa da presidente afastada criticou a revista e disse que a publicação “continua a praticar ficção e romper a fronteira da legalidade em nome da liberdade de imprensa”.

Apesar do esforço de parte da mídia, diante da ausência de indícios ou provas apontando crime ou dolo praticado por Dilma Rousseff em toda a sua vida pública, a verdade permanece: a Presidenta da República é uma mulher honesta”, afirma a assessor

De acordo com a nota, todas as medidas legais cabíveis serão tomadas contra o repórter, a direção da revista e a Editora Três. “IstoÉ continua a praticar ficção e romper a fronteira da legalidade em nome da liberdade de imprensa. O resultado é mau jornalismo.” Leia aqui na íntegra.

 

 

Anac: voos domésticos terão segurança mais rígida

Entre as medidas está a revista de passageiro, se a polícia achar necessário
Objetivo é padronizar o embarque e as práticas recomendadas internacionalmente / Agência Brasil

SMS pode se tornar armadilha para consumidor

Empresa induz pessoas a ligarem para número com DDD do Rio com operadora 65 / Nelson Antoine/Framephoto/Estadão Conteúdo

Clientes ligam para ouvir mensagens de autoajuda e pagam R$ 7 o minuto

Uma simples mensagem de texto pode se tornar uma verdadeira armadilha para o consumidor.

Há meses, clientes de diferentes operadoras têm caído no golpe de uma empresa que induz as pessoas a ligarem para um número com DDD do Rio de Janeiro com a operadora 65 e ouvirem mensagens de autoajuda. O consumidor paga R$ 7 o minuto por isso.

 

O engenheiro da computação André Jaccon diz que o esquema já começa de forma ilegal, já que essas empresas compram pela internet listas clandestinas com os telefones dos consumidores e disparam mensagens a partir de números diferentes, o que torna quase impossível o bloqueio.

 

A operadora Telecom 65 admitiu firmar parceiras com companhias como a Pensamento do Dia, que envia esses torpedos indicando a operadora no link que faz a ligação interurbana.

 

 

 

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