Noticias do Mundo

Iceberg gigante aporta em pequena cidade no Canadá e atrai curiosos

Iceberg gigante aportou em pequena cidade no Canadá
Iceberg gigante aportou em pequena cidade no Canadá 

A chegada de um iceberg gigante – cerca de 15 metros mais alto do que aquele que afundou o navio Titanic – vem atraindo curiosos para uma pequena cidade no litoral do Canadá, alavancando o turismo local.

No período entre abril e setembro, especialmente na primavera, é comum ver centenas de grandes blocos de gelo flutuando pelo local – conhecido como “alameda dos icebergs” -, mas há relatos de que este seria o maior já visto na costa da província de Terra Nova e Labrador. O gigante gelado é o primeiro da primeira deste ano no Hemisfério Norte.

Área onde iceberg aportou pode ser acessada por barcos
Área onde iceberg aportou pode ser acessada por barcos Foto: STRINGER / REUTERS

Além disso, ao contrário dos demais, ele parece ter se fixado, ou encalhado, em uma área acessível para barcos, onde deve permanecer por tempo indeterminado.

Curiosos aproveitam a novidade para tirar fotos da paisagem deslumbrante. Muitos fazem seus cliques pelas estradas de Ferryland.

Morador observa iceberg na costa de Ferryland
Morador observa iceberg na costa de Ferryland Foto: GREG LOCKE / REUTERS

Pouco mais de 600 icebergs já passaram pela costa somente este ano, segundo a imprensa local, sendo que em 2016 foram registrados 687. A quantidade significativa desses blocos em travessia tem sido atribuída aos ventos fortes e aos efeitos do aquecimento global, que reduz a camada de gelo nos extremos do planeta.

O primeiro iceberg da temporada
O primeiro iceberg da temporada.

Governo militarizado e oposição unida tensionam a Venezuela

Presidente Nicolás Maduro insufla militares, e oposicionistas, sem alternativas eleitorais, unem-se nos protestos de rua.

Governo militarizado e oposição unida tensionam a Venezuela RONALDO SCHEMIDT/AFP

Duas situações em polos opostos elevaram a um grau cada vez mais alto a tensão provocada pela ruptura institucional venezuelana, que deixou pelo menos três mortos na quarta-feira em confrontos. De um lado, o presidente Nicolás Maduro tratou, na véspera, de insuflar as forças militares.

De outro, a oposição, acuada pela repressão e sem margem para uma saída eleitoral, uniu-se como raras vezes nos últimos anos.

Presidente do instituto Datanálisis, Luis Vicente León é enfático:

– A oposição nunca esteve tão unida, e o governo nunca esteve tão militarizado.

O governo, conforme León, cria um impasse que pode acarretar adiamento de eleições. Com isso, aposta na tradição de os oposicionistas se dividirem e no surgimento de um líder chavista forte.

Convocados pelo presidente, policiais, militares e milicianos reprimiram com força os opositores que protestavam naquela que definiram como “a mãe de todas as marchas”. Jogavam bombas e gás lacrimogêneo em diversos pontos de Caracas. O objetivo era evitar que os manifestantes chegassem ao centro da capital. Houve confrontos. Em San Bernardino, localidade de Caracas, o universitário Carlos Moreno, 17 anos, que estudava economia na Universidade Central da Venezuela, morreu no hospital após ter sido atingido com uma bala na cabeça. Os disparos teriam sido feitos por homens que circulavam em motos. Em Táchira, uma mulher de 23 anos foi morta. Também morreu um oficial da Guarda Nacional Bolivariana, atingido por franco-atirador.

A procuradora-geral, Luisa Ortega, apelou em comunicado pelos direitos dos manifestantes. “Os responsáveis dos organismos de segurança do Estado devem garantir o exercício do direito de manifestação pacífica, sob um apego estrito aos direitos humanos”, disse Luisa, alinhada ao chavismo, acrescentando que “mecanismos de negociação devem se esgotar antes do uso da força”.

Exemplo de desconforto entre os governistas, Luisa apela há

duas semanas para que aliados evitem um banho de sangue. Mesmo ocupando cargo de confiança no governo, classificou de “ruptura da ordem constitucional” a decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) de assumir as funções da Assembleia Nacional Legislativa, de maioria opositora, voltando atrás diante das pressões.

A preocupação da comunidade internacional, dos analistas e até da procuradora chavista aumentou na terça-feira. Em cadeia nacional, Maduro convocou as forças de segurança a irem às ruas defender o governo. É o Plano Zamora, que inclui Forças Armadas, Guarda Nacional, polícia, milícia (força armada civil do governo, com centenas de homens portanto fuzis) e coletivos (outra milícia chavista). Sob comando militar, os cinco grupos teriam de garantir os atos do chavismo e conter a chegada da oposição a áreas como o centro de Caracas, onde estão as sedes dos três poderes.

Sob o argumento de que se arma um golpe do “império americano”, Maduro disse que os aliados deveriam “ir ao combate”.

– Vamos combater os golpistas, com o povo e as forças armadas unidas a favor da Revolução Bolivariana – bradou.

Abrigada sob o guarda-chuva da Mesa de Unidade Democrática, a oposição disse que Maduro quer “intimidar” manifestantes com envio de forças e criminalizar mobilizações opositoras. Definiu as acusações do presidente como “guerras imaginárias e conspirações inexistentes”.

Os números da Venezuela dão conta de um desabastecimento que atinge 80% da cesta básica e inflação anual estimada em mais de 600%, que levam a população a enfrentar filas de sete horas apenas para comprar um pacote de farinha ou açúcar. Não bastasse o cenário socioeconômico, nas últimas três semanas, houve seis mortos e mais de 300 feridos nos protestos, com centenas que se somaram aos cem presos políticos trancafiados antes da atual crise, conforme a ONG Foro Penal.

Terroristas de atentado que matou crianças na Síria estavam vestidos de trabalhadores humanitários

Veículo que distribuía sacos de batatas fritas durante evacuação de cidade explodiu; quase 130 morreram, metade crianças.

Ônibus levando pessoas evacuadas e destruído em ataque de carro bomba na Síria (Foto: Omar haj kadour / AFP)

Ônibus levando pessoas evacuadas e destruído em ataque de carro bomba na Síria (Foto: Omar haj kadour / AFP)

O atentado contra um comboio de evacuação que deixou quase 130 mortos, a metade deles crianças, ocorrido no sábado (15) no noroeste da Síria, foi lançado por terroristas vestidos de trabalhadores humanitários, afirmaram nesta quinta-feira (20) autoridades da ONU.

“Alguém que dizia distribuir ajuda e atraindo a atenção das crianças provocou esta explosão horrível”, declarou o enviado especial da ONU para a Síria, Staffan de Mistura, durante uma coletiva de imprensa em Genebra.

Por enquanto, nenhum grupo reivindicou o ataque, registrado durante uma operação de evacuação de civis de Fua e Kafraya, duas localidades leais ao regime de Damasco e cercadas pelos rebeldes há dois anos.

O governo sírio acusou os rebeldes, que negaram, por sua vez, qualquer responsabilidade e condenaram o atentado.

Jan Egeland, que dirige na ONU o grupo de trabalho sobre a ajuda humanitária à Síria, também declarou que os terroristas se fizeram passar por cooperantes. “Não sabemos quem eram. O que sabemos é que estavam vestidos como trabalhadores humanitários”, afirmou aos jornalistas.

Segundo testemunhas do atentado, um veículo que distribuía sacos de batatas fritas às crianças explodiu perto dos ônibus que transportavam os evacuados.

Em virtude de um acordo concluído entre o Catar, apoio dos rebeldes, e o Irã, aliado do regime, a população de Madaya e Zabadani, duas localidades rebeldes cercadas pelo exército sírio, e as de Fua e Kafraya, cercadas pelos rebeldes, devem ser evacuadas em várias fases.

Laptop e pen-drive do candidato francês François Fillon são furtados

Material não continha conteúdo sensível, apenas fotos pessoais, afirmou candidato conservador.

O candidato da direita francesa François Fillon 

O candidato conservador à presidência da França, François Fillon, foi vítima nesta semana do furto de um laptop e de um pen-drive com arquivos pessoais, mas sem conteúdo sensível, informou nesta quinta-feira (20) a imprensa francesa.

O furto aconteceu na última terça-feira em Lille, no momento em que o ex-premiê participava de seus últimos comícios de campanha.

Um ou vários indivíduos, segundo o jornal “Le Parisien”, forçaram a porta do carro alugado que tinha levado o candidato até o local do comício, e também furtaram munição e dois braceletes de identificação da polícia.

O responsável pela segurança e outra pessoa do entorno de Fillon estavam fazendo um pedido em um restaurante próximo no momento do episódio.

O computador foi “inutilizado a distância” e o pen-drive não continha informação sensível, apenas fotos pessoais, conforme sua equipe contou ao “Le Parisien”, que acrescentou que uma denúncia foi apresentada à polícia.

A publicação “Le Point” acrescentou em seu site que esta não é a primeira vez em que um candidato é furtado na atual campanha presidencial. O veículo encarregado da segurança do sócio-liberal Emmanuel Macron foi saqueado na última segunda-feira e, em janeiro, roubaram o candidato independente Jean Lassalle enquanto ele descansava dentro de seu carro.

A segurança dos candidatos foi reforçada desde que ameaças foram direcionadas a eles na semana passada e duas pessoas foram detidas nesta terça-feira em Marselha, no sudeste do país, que, segundo a promotoria, preparavam um atentado “iminente” na véspera das eleições, que acontecem nos dias 23 de abril (primeiro turno) e 7 de maio (segundo turno).

Mãe filma filho autista de 10 anos sendo detido por policiais na Flórida

Criança reclama que não gosta de ser tocada enquanto é conduzida algemada. Policiais dizem que não sabiam de autismo, mas mãe avisou sobre condição do filho.

Menino de 10 anos foi detido em escola na Flórida, nos Estados Unidos 

A prisão de um menino autista de 10 anos, na Flórida, nos Estados Unidos, foi filmada por sua mãe, que se queixou de que a criança foi tratada com muita severidade pelas autoridades, segundo a Associated Press. O vídeo foi divulgado no YouTube.

Luanne Haygood disse a vários meios de comunicação que seu filho foi preso em 12 de abril em sua escola em Okeechobee, na Flórida, a cerca de 100 km a oeste de West Palm Beach.

A prisão foi causada por um incidente de outubro de 2016, no qual a criança foi acusada de ter chutado e arranhado um assistente educacional, o que é considerado um crime.

O vídeo gravado por Haygood mostra o menino repetindo que não gosta de ser tocado enquanto um policial o conduz algemado até uma viatura. A criança passou a noite em um centro de detenção juvenil.

Os oficiais disseram que não estavam cientes da condição de autismo da criança, mas o vídeo mostra que Haygood os avisou do fato durante a prisão.

A 3 dias da eleição, candidatos radicais somam quase metade das intenções de voto na França

Políticos antissistema se destacam em pleito imprevisível e com reviravoltas nas pesquisas, que colocaram candidatos da extrema-direita, extrema-esquerda e um ‘desconhecido’ entre favoritos para chegar ao segundo turn

Candidata Marine Le Pen fala durante evento de campanha em Marselha, na terça-feira (19) (Foto: Michel Euler/ AP)

Pela primeira vez em uma eleição presidencial francesa, dois candidatos extremistas e populistas têm grandes chances de chegar ao segundo turno, neste que é o pleito mais imprevisível e marcado por reviravoltas da história recente do país.

Em questão de meses, candidatos da elite política do país – como o ex-presidente Nicolas Sarkozy e o ex-primeiro-ministro Alain Juppé -, se viram fora da corrida (eliminados em eleições primárias) e, após escândalos, o jogo dos favoritos acabou sendo reembaralhado algumas vezes.

Marine Le Pen, da Frente Nacional (extrema-direita), e Jean-Luc Mélenchon, do movimento França Insubmissa (extrema-esquerda), totalizam mais de 40% das intenções de voto para o primeiro turno do próximo domingo, apontam pesquisas.

Somados aos “nanicos”, de esquerda e de direita, candidatos de perfil radical somam praticamente 50% das preferências do eleitor francês, indicam sondagens.

Até mesmo os dois candidatos que representam os partidos tradicionais que dominam a vida política francesa há décadas – Benoît Hamon, do Partido Socialista (ou PS, centro-esquerda), e François Fillon, do conservador Republicanos (centro-direita) – representam as alas mais radicais de seus respectivos campos políticos.

Trata-se do pleito mais imprevisível dos últimos 50 anos. Quatro candidatos – Le Pen, Fillon, Mélenchon e o centrista Emmanuel Macron – têm chances de passar para o segundo turno, em 6 de maio.

Candidato da extrema esquerda, Jean-Luc Melenchon, fala durante encontro em Marselha, em 9 de abril  (Foto: Claude Paris/ AP)Candidato da extrema esquerda, Jean-Luc Melenchon, fala durante encontro em Marselha, em 9 de abril  (Foto: Claude Paris/ AP)

Candidato da extrema esquerda, Jean-Luc Melenchon, fala durante encontro em Marselha, em 9 de abril (Foto: Claude Paris/ AP)

Macron foi ministro da Fazenda do atual presidente, François Hollande (Partido Socialista), e rompeu com o governo.

Herdeira do patriarca da extrema direita francesa, Jean-Marie Le Pen, Marine Le Pen divide a liderança das pesquisas com Macron, em empate técnico, com 22% a 24% das intenções de voto, embora tenha registrado leve queda nas pesquisas na reta final da campanha.

A vantagem de Macron e Le Pen é pequena em relação a Mélenchon e Fillon, também em empate técnico e que alternam a terceira colocação, com 18% a 20% dos votos.

Ou seja, todas as combinações são possíveis para o segundo turno, inclusive uma disputa final entre os dois “extremos”: Le Pen e Mélenchon.

Candidatos antissistema

Para especialistas, o avanço de Le Pen e Mélenchon é consequência do desgaste da elite política e das siglas – PS e Republicanos – que se alternam no poder na França desde o início dos anos 1980.

Pela primeira vez, socialistas e republicanos, que dominavam mais de metade dos votos no país, correm o risco de ficar, ao mesmo tempo, fora do segundo turno em uma disputa presidencial.

Para Martial Foucault, diretor do Centro de Pesquisas Políticas da Universidade Sciences Po de Paris, a opção por Le Pen ou por Mélechon representa um gesto de protesto diante dos problemas do país.

“Os franceses preferem se refugiar em votos de protesto ou de radicalização. Isso não significa adesão total aos projetos de sociedade de Le Pen ou Mélenchon”, afirma.

Para o cientista político, trata-se de uma “mensagem clara” aos partidos tradicionais: eles não são donos do poder.

Os dez anos de governo do conservador Nicolas Sarkozy (2007-2012) e do socialista François Hollande (que assumiu em 2012), que bateu recordes de impopularidade, frustraram os franceses.

Um dos principais problemas do país é o desemprego, que permanece elevado, em 10%. A economia vem crescendo pouco, apenas 1,1% em 2016, índice inferior à média europeia, de 1,9%.

Nesse cenário, parte do eleitorado vem se concentrando em torno de partidos que denunciam os supostos “vilões” da situação: o sistema político, a globalização, a Europa e os imigrantes.

Nessa campanha, todos os candidatos, inclusive de partidos alinhados ao governo, denunciam o “sistema” em discursos.

Le Pen e Mélenchon, por exemplo, embora em campos opostos, disputam o eleitorado operário e apresentam várias medidas semelhantes em seus programas de governo, como a defesa da saída da França da União Europeia, o chamado “Frexit”, e da Otan (aliança militar ocidental).

Ambos defendem ainda a volta da idade mínima da aposentadoria para 60 anos, em vez dos 62 atuais, a revogação da nova lei trabalhista e o protecionismo econômico, além da realização de plebiscitos, sobre, por exemplo, a saída da França da União Europeia.

Também se dizem próximos ao presidente russo, Vladimir Putin, e defendem uma reaproximação com a Rússia.

Avanço dos extremos

Também conhecido pelas iniciais JLM, Mélenchon deixou o Partido Socialista em 2008. É o candidato que mais cresceu nas pesquisas nesta reta final, com aumento de cerca de oito pontos percentuais no último mês.

Com forte presença nas redes sociais e discursos antiglobalização e crítico à elite política, o líder do movimento França Insubmissa tem atraído grande fatia do eleitorado jovem (44% dos eleitores de 18 a 24 anos, segundo pesquisa Ipsos para o jornal Le Monde), que costuma se abster nas urnas em grandes percentuais.

O candidato lançou até mesmo um videogame, “Fiscal Kombat”, onde se transforma em herói que arranca sacos de dinheiro dos “oligarcas” (personagens como Sarkozy ou a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional, a francesa Christine Lagarde) para permitir a distribuição mais justa de riqueza.

Antes mobilizado contra Le Pen, o presidente Hollande passou a atacar também Mélenchon, afirmando que é necessário lutar “contra todos os populismos na Europa”.

“Ele (Mélenchon) não representa a esquerda que eu considero como capaz de governar, e tem aptidões que caem no simplismo”, declarou Hollande.

Le Pen, por sua vez, busca suavizar a imagem da Frente Nacional desde que assumiu a liderança da sigla, em 2011, procurando afastar o rótulo de partido racista e homofóbico. Mas mantém o discurso radical em temas como imigração – disse que proporá uma moratória sobre a imigração legal imediatamente após sua eventual eleição, até definir novas leis mais rigorosas.

O programa da líder da FN prevê reduzir drasticamente a imigração legal na França de cerca de 200 mil pessoas por ano, atualmente, para apenas 10 mil.

O socialista Hamon faz campanha voltada para o campo antiliberal do partido e, com isso, perdeu o apoio de grande parte dos sociais-democratas, como o ex-premiê Manuel Valls, derrotado nas primárias da sigla e que declarou que irá votar no centrista Emmanuel Macron.

Hamon tem apenas cerca de 8% nas pesquisas. Se confirmado, será o pior resultado do Partido Socialista em décadas.

O conservador Fillon, mais à direita entre os conservadores, é ultraliberal e tem o apoio de movimentos católicos. Seu perfil desagrada parte dos centristas, historicamente ligados à direita na França, e que também decidiu apoiar o centrista Emmanuel Macron. A campanha de Fillon, entretanto, foi abalada por um escândalo de empregos fantasma envolvendo sua mulher e filhos.

Indecisos

As incertezas em relação à votação ainda são grandes, já que, a poucos dias do primeiro turno, mais de um terço dos eleitores franceses continuam indecisos.

Outro fator de peso que deverá influenciar os resultados é a taxa de abstenção – o voto na França não é obrigatório. Segundo pesquisas recentes, ele poderá ultrapassar 30%, o que seria um recorde.

Em tom de ironia, a imprensa francesa vem dizendo que a abstenção poderá ser o “partido com o maior número de votos”.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s