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Gasoduto: ‘Audiência pública deveria ser realizada em Itagibá e não em Ipiaú’, protesta Gilson Fonseca

sexta-feira, maio 05, 2017

Prefeito de Itagibá protestou durante audiência realizada em Ipiaú.
Durante a audiência pública sobre a obra do Gasoduto Sudoeste realizada nessa sexta-feira (05), na Câmara Municipal de Ipiaú, o prefeito de Itagibá, Gilson Fonseca, protestou contra o evento realizado no município ipiauense. “Pelo que o deputado [Davidson Magalhães] está falando parece que o gasoduto vai começar no município de Ipiaú”, comentou Gilson em entrevista ao GIRO. Já durante a audiência ele disparou: “Sem nenhum ciúme, sem nenhum demérito à Ipiaú, mas essa audiência pública deveria ser realizada em Itagibá. O nosso município é o que tem o maior trecho dessa primeira etapa. O povo de Itagibá precisa saber do impacto que vamos ter no meio ambiente, nós é que vamos sentir o impacto e não Ipiaú”. O prefeito disse ainda que encaminhou à comissão do gasoduto um documento emergencial no qual pede a audiência pública em no município de Itagibá. “O povo de Itagibá merece ter esse contato para que possa ser ouvido e dar também a sua opinião”, completou. Em tempo, a comissão responsável pela audiência pública mostrou-se favorável a indicação do prefeito Gilson e se colocou à disposição para a realização do evento no município itagibense. De acordo com o presidente da Bahiagás, Luiz Gavazza, as obras do primeiro trecho do Gasoduto Sudoeste deve ter início em setembro e pode gerar mais de 200 empregos diretos. Estão previstos um investimento no trecho entre Itagibá e Jequié de aproximadamente R$ 117 milhões.

Ipiaú: Presidente da Bahiagás diz que obra do gasoduto deve começar em setembro desse ano

Luiz Gavazza – presidente da Bahiagás
Durante audiência pública (ver vídeo) realizada nessa sexta-feira (05), na Câmara Municipal de Ipiaú, o diretor da Bahiagás, Luiz Gavazza, explanou ao público presente detalhes do projeto de construção do Duto de Distribuição de Gás Natural do Sudoeste. Itagibá é ponto de partida para a construção da obra do gasoduto que passará por mais 12 municípios até chegar ao destino final, no município de Brumado.

Audiência Pública foi conduzida pelo deputado Davidson Magalhães (Foto: Giro Ipiaú)

De acordo com Gavazza, no auge da execução da obra serão gerados cerca de 400 empregos diretos. No primeiro trecho do gasoduto, que se estende entre os municípios de Itagibá e Jequié, devem ser contratados mais de 200 trabalhadores diretos. O aporte inicial de investimentos nesse primeiro trecho é de R$ 117 milhões. A licitação aberta acontece no dia 11 de maio. A obra deve ser iniciada no mês de setembro desse ano, segundo informou o presidente da Bahiagás. Com extensão total de 306 km e investimentos da ordem de R$ 505 milhões. A estimativa de tempo de execução total é de quatro anos, entre projeto e obra. O objetivo é fornecer gás natural aos setores industrial, comercial e automotivo, com destaque para o ramo de alimentos e bebidas e para as grandes mineradoras instaladas na região. A audiência pública reuniu dezenas de pessoas, inclusive os gestores públicos dos municípios do Território Médio Rio das Contas.

Vídeo: Veja como foi a audiência pública sobre a construção do Gasoduto Sudoeste

 sexta-feira, maio 05, 2017
Aconteceu nessa sexta-feira (05), na Câmara Municipal de Ipiaú, a audiência pública que discutiu a obra de construção do Gasoduto Sudoeste – Duto de Distribuição de Gás Natural do Sudoeste, obra da Companhia de Gás da Bahia – Bahiagás. O empreendimento é o principal projeto da Bahiagás para os próximos anos e já está em fase de contratação da empresa ou consórcio especializado para a execução dos serviços de construção e montagem do 1º trecho, que parte de Ipiaú e Itagibá, passando pelos municípios de Aiquara e Itagi, chegando até Jequié. Matéria relacionada – Presidente da Bahiagás diz quando obra deve começar

‘Ele tinha pleno conhecimento de tudo, tinha o comando’, afirma Duque sobre Lula e o esquema Petrobrás

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, ex-diretor de Serviços da Petrobrás revela três encontros pessoais com o ex-presidente, um dos quais já em 2014 com a Lava Jato nas ruas

Ricardo Brandt, Luiz Vassallo e Fausto Macedo

05 Maio 2017

O ex-diretor de Serviços da Petrobrás Renato Duque afirmou nesta sexta-feira, 5, que o ex-presidente Lula ‘tinha pleno conhecimento de tudo, tinha o comando’ do esquema de corrupção instalado na estatal petrolífera. Duque relatou ao juiz federal Sérgio Moro três encontros pessoais com Lula, o último em 2014, quando a Operação Lava Jato já estava nas ruas.

“No último encontro, 2014, já com a Lava Jato em andamento ele (Lula) me chama em São Paulo. Tem uma reunião no hangar da TAM no Aeroporto de Congonhas e ele me pergunta se eu tinha uma conta na Suíça com recebimentos da empresa SBM”, contou Duque.

Segundo o executivo – preso na Lava Jato e condenado a 20 anos por corrupção e lavagem de dinheiro em uma ação penal -, Lula nessa reunião no hangar teria dito que a então presidente Dilma ‘tinha recebido informação que um ex-diretor da Petrobrás teria recebido dinheiro numa conta na Suíça, da SBM’.

“Eu falei não, não tenho dinheiro da SBM nenhum, nunca recebi dinheiro da SBM. Aí ele vira prá mim fala assim ‘olha, e das sondas tem alguma coisa?’ E tinha né, eu falei não, também não tem.”

Renato Duque atribuiu ao ex-presidente a frase. ‘Olha, presta atenção no que vou te dizer. Se tiver alguma coisa não pode ter, entendeu? Não pode ter nada no teu nome entendeu?’

“Eu entendi, mas o que eu ia fazer? Não tinha mais o que fazer. Aí ele falou que ia conversar cm a Dilma, que ela estava preocupada com esse assunto e que ia tranquilizá-la.”

“Nessas três vezes ficou claro, muito claro prá mim, que ele tinha pleno conhecimento de tudo, tinha o comando.”

Cliente da Wan Motos quita Consórcio Nacional Honda e não recebe veículo

Cliente do Consórcio Nacional Honda exibe os boletos pagos
O morador de Barra do Rocha, Edenevaldo Souza Mamona, exibe na foto os 72 boletos pagos referentes ao consórcio de uma motocicleta CG 125/Fan da fabricante Honda, realizado na revendedora Wan Motos, na Rua Castro Alves, em Ipiaú.  Ele contou ao radialista Amarelinho (FM Ipiaú), que pagou todas as parcelas em dia, mas até o momento não recebeu o veículo. O contrato foi finalizado no dia 15 de dezembro do ano passado. Edenevaldo informou ainda que em fevereiro de 2016 o valor da parcela foi alterada de R$ 128,42 para R$ 244, 48. Foi então que ele decidiu mover um processo na justiça da Vara Especial em Ipiaú. Por orientação da justiça, o cliente do consórcio da Honda pagou as dez parcelas restantes em juízo. “Após três meses efetuando os pagamentos das parcelas em juízo, o Consórcio Nacional Honda cancelou o contrato, alegando falta de pagamentos”, conta Edenevaldo. O processo segue na justiça contra o Consórcio Nacional Honda. Procurada pela reportagem do GIRO, Magali, gerente de vendas da Wan Motos disse: “a Wan  Motos não pode fazer nada… isso é algo dele com o consórcio Honda”, comentou.  Nossa reportagem não conseguiu contato com a Honda.
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