NOTICIAS DA POLITICA E JUSTIÇA BRASIL

GRAPIÚNAS NA LAVA JATO

Davidson e Geraldo são citados (Foto NaChapa).

 

 

 

 

As delações premiadas no âmbito da Operação Lava Jato atingiram dois dos principais nomes do campo de esquerda no sul da Bahia. Após um dos delatores da Odebrecht citar doação de R$ 200 mil, via caixa 2, à campanha do PT à prefeitura de Itabuna, nominando o casal Juçara Feitosa e Geraldo Simões, agora é a vez de Davidson Magalhães.

O parlamentar está na lista de deputados federais baianos que receberam bufunfa da JBS. Davidson, conforme lista, recebeu R$ 600 mil na sua campanha ao parlamento federal em 2014. Outro nome do PCdoB baiano aparece lá, Alice Portugal, também deputada federal.

Geraldo Simões já se pronunciou publicamente. Disse nunca ter tido relações com a Odebrecht, nem quando era prefeito de Itabuna (1993-1996 e 2001-2004) nem durante mandato na Câmara Federal. E nega ter recebido os R$ 200 mil . Davidson se pronunciou. Afirmou que os R$ 600 mil recebidos foram de forma legal. “Nem Caixa 2, nem propina”.

Deputados da base e da oposição brigam no plenário da Câmara

Parlamentares trocam socos em dia de intensa instabilidade política e jurídica no País

24 Maio 2017

BRASÍLIA – Deputados da base e da oposição trocaram socos, empurrões e pontapés nesta quarta-feira, 24, no centro do plenário da Câmara dos Deputados. A confusão foi generalizada, e o deputado André Fufuca (PP-MA), que presidia a sessão no momento, pediu o auxílio de seguranças da Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados
Câmara tem sessão tumultuada com protesto de entidades sindicais em ato pedindo “Fora Temer” na Esplanada dos Ministérios em frente ao Congresso Nacional em Brasília  Foto: Dida Sampaio/Estadão

Entre os que estavam no meio do empurra-empurra, foi possível ver os deputados Darcísio Perondi (PMDB-RS) e Carlos Marun (PMDB-MS), da base, e Alessandro Molon (Rede-RJ), da oposição. Mas a briga envolveu grande número de parlamentares.

O clima só se acalmou quando o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), retornou à Mesa e informou que a sessão estaria suspensa por 30 minutos.

Parlamentares do PT, PDT, PSOL e Rede subiram em cima da Mesa Diretora e ficaram ao lado do segundo-vice-presidente da Casa, deputado André Fufuca, que presidia a sessão, para pressionar o parlamentar maranhense a encerrar os trabalhos. Ao ver o protesto, deputados governistas também subiram, para tentar “proteger” Fufuca da pressão. Foi neste momento que Edmilson e Perondi se empurraram.

Os opositores protestam contra a reação da polícia à manifestação realizada em frente ao Congresso Nacional contra as reformas trabalhista e da Previdência e contra o governo Michel Temer, abalado por crise política deflagrada pela delação premiada da JBS. Eles gritam palavras de ordem contra o governo como “Fora Temer” e “O povo quer votar, diretas já”. “Lula na cadeia”, reagem parlamentares da base.

Mais cedo, deputados como o líder da oposição na Câmara, José Guimarães (PT-CE), Jandira Feghali (PC do B-RJ) e Orlando Silva (PC do B-SP) relataram reação exagerada da polícia durante o protesto realizado pelas centrais sindicais em frente ao Congresso. De acordo com os parlamentares, policiais jogaram bombas de gás e spray de pimenta em pessoas que não estavam cometendo delitos, inclusive em alguns deputados.

Parlamentares da oposição recolheram algumas dessas bombas de gás e trouxeram para dentro do plenário. Eles posicionaram os instrumentos em frente da Mesa Diretora. A pedido de Fufuca, a segurança da Casa retirou os equipamentos. Com a confusão, Maia foi chamado às pressas e assumiu o comando dos trabalhos.

Estopim. A tensão no plenário da Câmara atingiu momentos dramáticos depois que chegou a informação aos parlamentares da oposição de que Maia havia solicitado ação das Forças Armadas para reforçar a segurança.

Parlamentares da oposição imediatamente cobraram de Maia, que presidia uma sessão já marcada por grande tumulto e desordem, uma posição oficial.

Diante da resposta afirmativa do presidente da Câmara de que havia pedido apoio “apenas” da Força Nacional, o plenário incendiou com os parlamentares aos gritos, lembraram que o ato marcava um momento histórico triste para Nação que não acontecia desde a redemocratização do País.

O estopim para o plenário virar campo de batalha foi a declaração do ministro da Defesa, Raul Jungmann, de que a decisão do presidente Michel Temer de decretar uma ação de Garantia da Lei e da Ordem, com uso de tropas federais, foi tomada após solicitação de Maia por causa da violência dos manifestantes na Esplanada do Ministérios.

Maia, então, deixou o plenário para se reunir com os líderes, mas teve que retornar pouco tempo depois porque deputados da oposição e da base de apoio ao presidente Michel Temer começaram a trocar socos e empurrões. Ele teve que voltar para dar mais explicações e tentar acalmar os ânimos. Acabou suspendendo a sessão.

Vereadora de Farroupilha diz que nordestinos ‘sabem roubar que é uma maravilha’; vídeo

Eleonora Broilo (PMDB) diz ter cometido uma falha ao não especificar que falava da classe política. Presidente da Câmara afirma que só será tomada uma providência caso alguma bancada faça um requerimento para instaurar comissão de ética.

Vereadora de Farroupilha diz que nordestinos 'sabem se unir para roubar'

Vereadora de Farroupilha diz que nordestinos ‘sabem se unir para roubar’

Uma vereadora de Farroupilha, na Serra do Rio Grande do Sul, criticou nordestinos em seu discurso durante a sessão de segunda-feira (22) na Câmara Municipal. Eleonora Broilo (PMDB) pediu a palavra depois de ouvir a manifestação de outros colegas (veja no vídeo acima).

“Eu acho que os nordestinos sabem muito bem se unir, sim, para roubar. Eles sabem ganhar propina. Eu acho que eles sabem se unir para aumentar a corrupção. Isso eu acho que eles são donos. Isso eu concordo plenamente. Talvez até eles não saibam nem falar muito bem, mas sabem roubar que é uma maravilha”, declarou em plenário.

Em seguida, após ser alertada pelo vereador Tiago Ilha (PRB) de que poderia ser mal interpretada, a vereadora afirmou que cometeu uma falha ao não especificar que falava da classe política.

“Eu não tinha me dado conta. Na realidade, eu só quis falar sobre o político nordestino. O povo nordestino é um povo que merece o nosso respeito pelo sofrimento dele. Eles não têm culpa nenhuma do seu político. Eu quis realmente falar sobre o político nordestino”, explicou, na mesma sessão.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Farroupilha, vereador Fabiano André Piccoli (PT), só pode ser tomada alguma medida contra a vereadora caso alguma bancada faça um requerimento de instauração de uma Comissão de Ética, com pelo menos um terço de assinaturas dos parlamentares.

“Até o momento não recebi nenhum requerimento, mas já há alguma movimentação acerca disso. Já defini que, se eu receber, vou deferir e será instaurada a comissão”, assegurou.

Piccoli destacou, ainda, que em caso de ir à Comissão de Ética, o relatório pode apontar que não houve abuso por parte da vereadora, pode indicar uma advertência, pode acarretar em uma suspensão temporária do mandato ou na cassação do mandato da médica pediatra Dr. Eleonora.

Ao G1, Eleonora garantiu que não teve a intenção de ofender o povo nordestino. Segundo ela, o que aconteceu foi uma divergência de ideia com um outro vereador, que havia afirmado que os políticos nordestinos é que sabiam fazer política. Como discordava da afirmação do colega, resolveu se manifestar sobre tema.

“Achei que era uma afronta aos nossos políticos. Peguei o gancho e me manifestei sobre o assunto. Em cinco minutos eu não me manifestei como deveria. Fui infeliz”, admitiu.

“Respeito muito o povo daquela região, minha afiliada mora lá e eu gosto muito do nordeste. Eu jamais falaria mal daquele povo, que é honesto, trabalhador e sofrido. E eu respeito qualquer trabalhador que seja honesto”, acrescentou.

Ela ainda comentou que está sendo atacada nas redes sociais devido à manifestação, que em sua avaliação foi divulgada fora de contexto.

“Todas as pessoas que, de uma maneira ou de outra, foram agressivas comigo nas redes sociais, vão ser interpeladas judicialmente depois. Não se faz isso com uma pessoa”, reclamou.

Odebrecht Óleo e Gás firma acordo com credores e pede recuperação extrajudicial

Empresa prevê troca de dívidas que venceria em 2021 e 2022 em duas fases.


A Odebrecht Óleo e Gás (OOG) protocolou no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro pedido de recuperação extrajudicial, como parte do acordo fechado com um grupo de credores para reestruturação de sua dívida financeira, informou a empresa em comunicado nesta terça-feira (23).

Conforme o documento, “os termos da reestruturação foram definidos de forma negociada e consensual com um grupo que representa mais de 60% do valor total das dívidas”.

Plataforma de perfuração da Odebrecht Óleo e Gás (Foto: Divulgação)

Plataforma de perfuração da Odebrecht Óleo e Gás (Foto: Divulgação)

O acordo prevê a troca dos títulos com vencimento em 2021 e 2022 por novos papéis, com amortizações em duas partes.

Em 12 de maio, a Reuters noticiou que as negociações da Odebrecht Óleo e Gás com os credores estava em fase final e a empresa estaria perto de formalizar a recuperação extrajudicial.

Dependência menor da Justiça

Na recuperação extrajudicial, a empresa e os credores entram em acordo para reestruturar a empresa e pagar as dívidas e apenas pedem o aval da Justiça para o plano. A Justiça pode ou não homologar o plano.

Na recuperação judicial, a companhia faz o pedido e só depois negocia um plano de recuperação judicial com os credores. Esse plano precisa ser votado em assembleia de credores e aprovado pela Justiça.

Oposição tenta barrar leitura do relatório da reforma trabalhista no Senado

Houve discussão entre senador Lindbergh Faria (PT-RJ) e o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, Tasso Jereissati (PSDB-CE).

Tasso Jereissati e Lindbergh batem boca durante sessão do Senado

Tasso Jereissati e Lindbergh batem boca durante sessão do Senado

A reunião da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado desta terça-feira (23), destinada à leitura do relatório da reforma trabalhista, começou tumultuada. Parlamentares da oposição tentaram barrar a leitura do relatório, enquanto o presidente do colegiado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), defendeu que os trabalhos do Legislativo devem continuar apesar da crise política que atingiu o governo Michel Temer.

Desde que foram divulgadas as delações dos donos do grupo JBS – que atingem diretamente o presidente Michel Temer – parlamentares da oposição têm dito que vão obstruir todas as votações na Casa para que a crise seja debatida.

Apesar disso, o governo tenta articular para manter o ritmo de tramitação no Congresso das reformas trabalhista e previdenciária.

“Nosso trabalho continua normalmente, nós não entramos em férias.” (Tasso Jereissati)

O tumulto na CAE (assista ao vídeo acima) começou quando os senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Lindbergh Farias (PT-RJ) protestaram contra a leitura do relatório final do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) sobre a reforma trabalhista. A proposta, de autoria do governo Temer, já foi aprovada pela Câmara.

Primeiro, Gleisi reclamou que o início da sessão estava atrasado em mais de meia hora, o que, na visão dela, deveria provocar o cancelamento da sessão. Tasso Jereissati não cancelou a reunião, alegando que os atrasos são costume no colegiado.

“Não vai ser lido o relatório desse jeito, os senhores não vão impor.” (Lindbergh Farias)

Depois, Lindbergh afirmou que o relatório não poderia ser lido nesta terça porque Ferraço declarou na semana passada que o calendário da reforma estava suspenso em razão da crise política gerada pelas delações dos executivos da JBS.

Lindbergh: O relator deu entrevista dizendo que não existia possibilidade de continuar sem suspender tramitação da reforma trabalhista. Isso aqui é provocação pra gente. Não aconteceu nada quarta-feira, não aconteceu nada quarta-feira?

Tasso: Aqui nesta comissão, não [aconteceu nada]

Lindbergh: Aconteceu com o presidente da República

Tasso: Aqui nesta Comissão não. Nosso trabalho continua normalmente, nós não entramos em férias.

Os ânimos se exaltaram e o senador do PT disparou aos gritos.

Lindbergh: Não vai ser lido o relatório desse jeito, os senhores não vão impor.

Tasso: Por que o senhor não quer? Senador Lindbergh, por favor, eu apelo para o seu equilíbrio emocional.

O petista, então, afirmou que a oposição continuaria a obstruir os trabalhos, e Tasso voltou a afirmar que os trabalhos devem continuar para que a sociedade saiba que o “país não está desorganizado”.

“Na situação que nós estamos, de uma séria crise política e crise econômica, esta Comissão, assim como o Senado Federal, deve ter os seus trabalhos em andamento, para que a população tenha a clara noção que o país não está desorganizado, que o Legislativo funciona”, concluiu Tasso.

Depois disso, os trabalhos continuaram com debates sobre a proposta que está sob análise no Senado.

‘Podem chorar’

O clima voltou a ficar tenso na reunião quando o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que ficou “surpreso” com a mudança de postura do relator Ricardo Ferraço que decidiu apresentar seu relatório nesta terça.

“Eu liguei para o senador Ferraço na semana passada e ele me disse que a reforma estava suspensa. E hoje estou surpreso com a decisão de ler o relatório […]. Eu acreditei no que ele disse tanto para a imprensa quanto para mim”, afirmou Paim.

Ferraço pediu a palavra para explicar a sua mudança de posição.

“Cheguei à conclusão de que a crise não pode impedir que a gente continue fazendo o nosso trabalho aqui no Senado […]. O Senado não está de recesso. Eu estou pronto para entregar o meu relatório. E vou exercer as minhas convicções no relatório”, disse.

“Não vou aceitar patrulhamento, sobretudo, daqueles que mergulharam nosso país nesta crise econômica com elevados reflexos sociais como ninguém assistiu na história brasileira”, completou.

A afirmação irritou parlamentares do PT. “O senhor quebrou sua palavra”, disse Fátima Bezerra (PT-RN). “Podem chorar, podem chorar”, rebateu Ferraço aos senadores da oposição.

Tasso Jereissati procurou acalmar os ânimos e pediu respeito aos convidados que foram até a CAE debater a reforma trabalhista.

Participam da audiência pública Márcio Pochmann, professor da Universidade Estadual de Campinas; André Portela, professor de Economia da FGV de São Paulo; Eduardo Fagnani, professor de Economia da Unicamp e Sérgio Firpo, professor do Insper.

‘Mais medo do vice que do presidente’

Em um raro momento de descontração na sessão desta terça da Comissão de Assuntos Econômicos, os integrantes do colegiado caíram na gargalhada. O motivo foi uma declaração do vice-presidente da CAE, senador Garibaldi Alves (PMDB-RN).

O peemedebista pediu que a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) terminasse sua exposição porque já havia extrapolado o tempo.

“Senadora Lídice, eu não quero que a senhora fique chateada comigo, porque eu sou só o vice-presidente, mas o tempo se esgotou”, solicitou Garibaldi.

“Eu vou terminar senador Garibaldi, porque hoje, na situação em que o país está, eu tenho mais medo do vice do que do próprio presidente”, respondeu a parlamentar do PSB, arrancando risadas dos colegas da comissão.

‘O Congresso tem que mostrar que não vai parar’, diz Meirelles

Em sua primeira aparição pública após a divulgação da delação da JBS, o ministro da Fazenda defendeu nesta terça-feira (23) a agenda de reformas econômicas.

Henrique Meirelles participa de evento em 23 de maio, em São Paulo (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

Henrique Meirelles participa de evento em 23 de maio, em São Paulo 

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defendeu nesta terça-feira (23) a necessidade do avanço das reformas no Congresso e disse que a agenda econômica não pode ser interrompida pela crise política.

“O Congresso tem que mostrar que não vai parar e vai continuar votando as questões fundamentais para o país”, afirmou Meirelles em seminário sobre infraestrutura, em São Paulo.

Em sua primeira aparição pública após a divulgação da delação da JBS na semana passada, que provocou uma crise política envolvendo o presidente Michel Temer, Meirelles não comentou diretamente o assunto nem respondeu a perguntas, e evitou falar em crise. Disse estar numa “agenda intensa de trabalho” com membros do legislativo e agentes econômicos “visando assegurar que todo esse projeto continue”.

“A última coisa que nós precisamos agora é a economia começar a ter problema porque temos aí essas questões que estão sendo discutidas na área da política”, disse o ministro, que voltou a afirmar que o país “já está em trajetória de crescimento”.

Segundo Meirelles, é preciso, no entanto, avançar com as reformas para “sustentar essa trajetória de crescimento” e garantir o ajuste das contas públicas.

“Existe uma consciência nacional de que as reformas precisam ser feitas”, disse Meirelles citando que Rodrigo Maia, presidente da Câmara, estima que a votação da reforma da Previdência aconteça no começo de julho.

Ministro da Fazenda diz que a política econômica vai continuar

Ministro da Fazenda diz que a política econômica vai continuar

Meirelles também citou também a conversa que teve com investidores em teleconferência feita na véspera, na qual disse ter questionado os analistas se “existe dúvidas de que a política econômica que está sendo seguida vai continuar”.

Em teleconferência com investidores na segunda-feira, Meirelles também ressaltou a importância das reformas. Ele admitiu, no entanto, que a votação da reforma da Previdência poderia atrasar “semanas” diante da crise política.

O ministro foi aplaudido pela plateia ao comentar que muitos poderiam estar “preocupados com o que vai acontecer amanhã”, enquanto ele decidia usar a oportunidade para falar sobre a agenda de reformas defendida pelo governo para aumentar a produtividade da economia brasileira.

“Eu acho que essa é a agenda que o país está engajado e que vai continuar, independente de qualquer coisa. É a minha hipótese de trabalho. É nisso que eu acredito”, disse antes receber os aplausos.

Embora o seu nome esteja sendo ventilado como um possível candidato à Presidência no caso de uma eventual eleição indireta, Meirelles procurou enfatizar que seu compromisso é de médio e longo prazo, através da condução de uma agenda de reformas estruturantes e de micro reformas que visem a melhora da produtividade.

“Aposto no futuro do país, estou comprometido a isso, e estou de fato trabalhando dia e noite nessa direção”, disse o ministro ao encerrar sua palestra.

A organização do evento chegou a anunciar que o ministro daria uma entrevista coletiva e reservou uma área para o encontro com jornalistas, mas Meirelles deixou o local sem falar com a imprensa.

Agenda de microreformas

Entre as mudanças para melhorar a produtividade do país e reduzir a burocracia, Meirelles citou medidas em estudo para reduzir o tempo de abertura de empresas, simplificação do pagamento de tributos e maior facilitação para os procedimentos de importação e redução.

Segundo o ministro, juntamente com a aprovação das reformas da Previdência e trabalhistas, essa agenda econômica tem o potencial de elevar o crescimento do PIB nos próximos 10 anos de uma média de 2,3% para algo em torno de 3,7%.

Lula e Dilma padrinhos de casamento de dono da JBS? Não é verdade!

Foto tem sido compartilhada nas redes. Mensagem usa imagem de casamento do médico Roberto Kalil, tirada em 2015.

Lula e Dilma padrinhos de casamento de dono da JBS? Não é verdade!Lula e Dilma padrinhos de casamento de dono da JBS? Não é verdade!


“Casamento de Wesley, da JBS, irmão do Joesley. E olha os padrinhos”. Esse é um dos enunciados de uma mensagem que tem sido compartilhada nas redes sociais e que mostra os ex-presidentes Lula e Dilma ao lado de um casal de noivos numa cerimônia. A foto não é do casamento de um dos irmãos Batista.

Wesley e Alessandra se casaram em 2012. A foto em que estão presentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff é, na verdade, do casamento do cardiologista Roberto Kalil Filho com a endocrinologista Cláudia Cozer e foi tirada em maio de 2015. O casal teve 22 padrinhos. Além dos petistas Lula e Dilma, o senador tucano José Serra também foi um dos padrinhos.

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

(Foto: Arte/G1)

A assessoria da JBS esclarece que a foto não é do casamento de Wesley Batista e acrescenta que Lula e Dilma não foram padrinhos do casamento do empresário.

Foto de casamento tem sido compartilhada como se fosse de Wesley Batista (Foto: Reprodução/Facebook)

Foto de casamento tem sido compartilhada como se fosse de Wesley Batista (Foto: Reprodução/Facebook)

A foto começou a circular após a publicação das delações da JBS. Alguns internautas utilizaram a imagem sugerindo que as revelações foram uma “armação”. Lula e Dilma, no entanto, também foram citados pelos empresários.

É ou não é?’, seção de fact-checking (checagem de fatos) do G1, tem como objetivo conferir os discursos de políticos e outras personalidades públicas e atestar a veracidade de notícias e informações espalhadas pelas redes sociais e pela web. Sugestões podem ser enviadas pelo VC no G1, pelo Fale Conosco ou pelo Whatsapp/Viber, no telefone (11) 94200-4444, com a hashtag #eounaoe (caso prefira, a hashtag pode ser enviada logo após a mensagem também!)

Mineirão foi usado em esquema para repassar R$ 30 milhões a Pimentel, diz Joesley Batista em delação

Governador de Minas Gerais diz que acusação é ‘leviana e mentirosa’; HAP Engenharia afirma que não fez repasse do valor a político ou partido

Joesley Batista diz que comprou parte do Mineirão para legalizar repasses

Joesley Batista diz que comprou parte do Mineirão para legalizar repasses

O empresário Joesley Batista, proprietário da JBS, disse em delação premiada que o estádio Mineirão foi usado para repassar R$ 30 milhões ao então governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), em 2014. Batista falou que se encontrou com Pimentel no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e que foi orientado pelo político a comprar 3% das ações do estádio da HAP Engenharia – uma das empresas que integravam o consórcio Minas Arena, que controla o estádio.

“Ele [Pimentel] me recebeu lá no hangar mesmo, R$ 30 milhões, tudo bem. Para viabilizar, ele me apresentou um sujeito, que era o dono de uma construtora, que me vendeu 3% de um estádio”, disse Batista na delação.

Batista contou ainda que o pagamento do valor foi acertado por meio do então tesoureiro da campanha do PT, Edinho Silva, e que Pimentel já havia conversado com a então presidente da República, Dilma Rousseff (PT), e que ela havia indicado que o valor deveria ser pago a Pimentel.

Por meio da assessoria, o governador Fernando Pimentel afirmou que o delator faz uma “acusação leviana e mentirosa” e que não apresenta provas ou evidências materiais. Pimentel nega que tenha recebido valores da JBS. Sobre a HAP, afirmou que a empresa já esclareceu publicamente que exerceu o direito de compra e venda de ações e que a transação seguiu trâmites legais, não tendo havido repasse a político ou partido.

A HAP Engenharia confirmou a operação de venda de 3% de 16% das ações, mas esclareceu que para a formalização da transferência ainda aguarda a anuência de instituições financeiras. A empresa foi questionada sobre o tempo decorrido desde 2014 e ainda não se posicionou. Afirmou também que os recursos foram totalmente destinados à operação da construtora, não tendo havido repasse de qualquer parte a político ou partido político. A HAP se colocou à disposição da Justiça para apresentar os comprovantes da transação e da destinação dos recursos e para prestar todos os esclarecimentos necessários.

A Minas Arena, concessionária que administra o Mineirão, nega que a J&F e a JBS sejam acionistas do estádio e afirma não ter recebido autorizações necessárias para formalização de compra e venda de ações.

Em nota, assessoria de imprensa da ex-presidente Dilma Rousseff, do PT, disse que as afirmações do empresário Joesley Batista são improcedentes e inverídicas, que ela jamais tratou ou solicitou de qualquer empresário, nem de terceiros, doações, pagamentos ou financiamentos ilegais para campanhas eleitorais.

O diretório regional do PT-MG garantiu que todas as informações referentes à prestação de contas eleitorais, assim como de seus candidatos, foram devidamente apresentadas à Justiça Eleitoral.

O PT Nacional não vai se posicionar.

‘Saída que mais interessaria ao Brasil hoje’ seria eleição indireta, diz Renan Calheiros

Senador diz que Temer deve “facilitar o processo” para desfecho de crise política atual.

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o presidente Michel Temer, durante reunião no Planalto no fim de 2016 (Foto: Beto Barata/PR)

O senador Renan Calheiros (PMDB-AL) e o presidente Michel Temer, durante reunião no Planalto no fim de 2016 (Foto: Beto Barata/PR)

Líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros defende que eleições indiretas seriam a melhor saída para o Brasil. A declaração ocorre dias após a divulgação da delação de um dos donos do grupo JBS, Joesley Batista, que gravou o presidente Michel Temer dando aval para comprar o silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha.

“A saída que mais interessaria ao Brasil hoje seria fazermos uma eleição agora, pelo Congresso Nacional. O mais rapidamente possível eleger o presidente e o vice-presidente da República. Acho que a circunstância coloca muitos nomes que poderiam cumprir seu papel e garantir com isso uma Assembleia Nacional Constituinte em 2018 e eleições gerais”, disse o senador em entrevista à Rádio Gaúcha nesta terça-feira (23).

Questionado diversas vezes se era a favor da renúncia de Temer, Renan Calheiros disse que defende uma “solução negociada”. O Impeachment, na opinião dele, não seria o mais adequado para o momento.

“A solução seria uma solução negociada, que partisse da necessidade que podemos ter várias saídas. Eu acho que o presidente da República vai compreender o seu papel histórico e colaborar para termos um rápido desfecho”, analisou.

No entendimento dele, Temer deve “facilitar o processo”.

“Acho que vamos ter um calendário daqui para a frente que pode, a qualquer momento, colocar um desfecho. Porque temos essa coisa da renúncia, que é unilateral, vai depender de um ato de vontade de um presidente, tem a questão do TSE, que tem um prazo parta ser discutido, e tem também o Supremo. Fundamental é que o presidente compreenda seu papel na história, converse, claro, e se disponha a facilitar o processo da forma mais viável”, destacou.

Calheiros afirma que não conversou com o presidente sobre o assunto, desde que as delações foram divulgadas. “Se houver necessidade, faço, sim, por enquanto não houve. É importante todo mundo conversar”, disse.

Na entrevista, listou alguns dos “muitos nomes” que poderiam assumir o cargo de presidente: ministra presidente do STF, Cármen Lúcia, ex-presidente do STF Nelson Jobim, ministro do STF Gilmar Mendes, presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, presidente do Senado, Eunício Oliveira, presidente do Senado, Joaquim Barbosa, ex-ministro do STF, e a senadora Kátia Abreu.

Já faz algumas semanas que Calheiros tem feito críticas públicas a Temer. Na segunda-feira (22), ele gravou um vídeo em que diz que o impeachment não é o melhor caminho. Em abril, chegou a comparar a gestão atual à “seleção do Dunga”, e acrescentou que os brasileiros querem a “seleção do Tite”.

Ao todo, 14 pedidos de impeachment de Michel Temer já foram protocolados na Câmara dos Deputados. Nove foram apresentados após divulgação de conversa com o empresário Joesley Batista. Outros cinco foram protocolados antes da delação do dono da JBS. O número deve aumentar, uma vez que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) decidiu apresentar outro pedido nesta semana.

 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Justiça determina bloqueio de até R$ 26 milhões de ex-governadores e ex-vice do DF

Para Arruda e Agnelo, valor chega a R$ 10 milhões cada. Justiça também determinou bloqueio de até R$ 6 milhões de Tadeu Filippelli, ex-vice governador; até a manhã desta terça, ele era assessor de Temer.


Tadeu Filippelli (PMDB), à direita, ex-vice-governador e atual assessor especial do presidente Michel Temer, chega à sede da Polícia Federal em Brasília após ser preso pela Polícia Federal na Operação Panatenaico 

A Justiça do Distrito Federal determinou, nesta terça-feira (23), o bloqueio de até R$ 26 milhões dos ex-governadores José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz e do ex-vice-governador Tadeu Filippelli, que atualmente exercia a função de assessor do presidente Michel Temer.

Os três também são alvos de mandados de prisão temporária por, supostamente, integrarem um esquema de corrupção que superfaturou obras do estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, em troca de propina.

Para Arruda e Agnelo o bloqueio de bens é de até 10 milhões, cada um. Filippelli deve ter R$ 6 milhões em bens bloqueados, de acordo com a decisão. Outras sete pessoas também são citadas no pedido do Ministério Público Federal de bloqueio de bens – o montante total chega a R$ 50 milhões.

Às 11h55 desta terça, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República informou que Filipelli foi exonerado do cargo. Ele havia sido nomeado em 22 de setembro de 2016, ficando portanto exatos 8 meses no cargo.

A construtora Via Engenharia, que participou de todo o processo licitatório no consórcio com a Andrade Gutierrez, também foi alvo de bloqueio de bens. Por determinação da 10ª Vara Federal, o valor é de até R$ 100 milhões.

 (Foto: Editoria de Arte/G1)

Três acusados de terem participado do esquema, no entanto, tiveram o pedido de indisponibilidade de bens indeferidos. Segundo o juiz, a situação dos advogados José Wellington Medeiros de Araújo e Luiz Carlos Barreto de Oliveira Alcoforado, bem como do empresário Alberto Nolli Teixeira, sócio da Via Engenharia, “que sofrerão somente busca e apreensão, pelo menos até o presente momento, é diferente daqueles a quem se requer também prisão temporária”.

Polícia Federal do DF cumpre mandados de prisão temporária contra dois ex-governadores do DF   (Foto: Beatriz Pataro/G1 )

Polícia Federal do DF cumpre mandados de prisão temporária contra dois ex-governadores do DF (Foto: Beatriz Pataro/G1 )

Os mandados de prisão contra os políticos e outros seis acusados de envolvimento no esquema começaram a ser cumpridos pela Polícia Federal por volta das 7h desta terça-feira.

“Diante da gravidade da crise política” ministra Cármen Lúcia cancela sessão do CNJ

'Diante da gravidade da crise política' ministra Cármen Lúcia cancela sessão do CNJ

Foto: Agência Brasil

A ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou a sessão do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), prevista para a manhã desta terça-feira. Segundo a revista Veja, o “CNJ alegou que a sessão de julgamentos foi adiada em função da “intensa agenda de trabalho no Supremo Tribunal Federal (STF)”.

De acordo com a Veja “nos bastidores, porém, Cármen telefonou para integrantes do colegiado e alegou que, diante da gravidade da crise política” – que atinge o governo Temer – “não ficaria bem para o CNJ atuar como se nada estivesse acontecendo e julgar normalmente processos administrativos disciplinares e sindicâncias de menor relevância”.

Perito contratado por Temer defendeu Kátia Vargas e negou colisão comprovada por laudo

Perito contratado por Temer defendeu Kátia Vargas e negou colisão comprovada por laudo

Foto: Divulgação

Contratado pelo presidente Michel Temer para atuar na investigação de áudios divulgados pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, em delação premiada, o perito Ricardo Molina já é bem conhecido por conta de aparições no noticiário baiano nos últimos anos. Em 2013, ele foi contratado pela família da médica Kátia Vargas, denunciada pelo Ministério Público como a causadora da batida que resultou na morte dos irmãos Emanuel e Emanuelle Gomes, em acidente no dia 11 de outubro daquele ano, no bairro de Ondina.

Na defesa, Molina afirmou categoricamente que em nenhum momento o veículo dirigido pela médica chocou-se com a moto que levava os dois irmãos, fato negado por um laudo pericial divulgado em maio deste ano. A perícia apontou o que já tinha sido afirmado pelo Ministério Público, denunciando que a oftalmologista estava em uma perseguição, em alta velocidade, e que ela deu causa ao acidente envolvendo os irmãos Gomes em uma manobra com o carro.

Ao analisar o áudio divulgado por Joesley, Molina denunciou uma série de possíveis erros na gravação. Molina também afirmou que a maior parte da gravação é de trechos sobre os quais não é possível determinar o significado do que foi dito. “Mais da metade, com toda certeza, é ininteligível”, disse.

Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra ex-governadores do DF

Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra ex-governadores do DF

Foto: Agência Brasil

Os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz, além do ex-vice Tadeu Filippeli estão na mira da Polícia Federal, na manhã desta terça-feira (23). De acordo com informações da PF, mandados de prisão temporária foram expedidos e já estão sendo cumpridos pelos agentes.

A ação tem como base a delação da empreiteira Andrade Gutierrez, que indica corrupção durante a construção do estádio Mané Garrincha — o mais caro da Copa de 2014. O orçamento inicial que girava em torno de R$ 600 milhões, terminou com o custo de R$ 1,575 bilhão.

Agentes públicos, construtoras e operadores das propinas que atuaram na época também são alvo da operação.

Rodrigo Rocha Loures entrega mala que estava desaparecida com R$ 500 mil à PF

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Rodrigo Rocha Loures entrega mala que estava desaparecida com R$ 500 mil à PF
Afastado da Câmara Federal, o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) entregou a mala com os R$ 500 mil na sede da Polícia Federal (PF), em São Paulo, ainda na noite desta segunda-feira (21). A informação foi confirmada pela coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.
Ainda ontem, o jornal divulgou que a mala estava desaparecida (veja aqui). A última vez que seu paradeiro foi detectado pela PF foi no dia 28 de abril quando Rocha Loures saiu com ela de um estacionamento, na capital paulista, e adentrou um táxi às pressas.
De acordo com a delação da JBS, o deputado foi indicado pelo presidente Michel Temer (PMDB) para resolver os assuntos da empresa no governo. Em seguida, o parlamentar foi visto ao receber a mala com dinheiro de Ricardo Saud, lobista da JBS. Bahia Notícias

23
MAI
2017

Polícia Federal cumpre mandados de prisão contra 2 ex-governadores do DF

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A Polícia Federal deflagrou nesta terça (23) a Operação Panatenaico, com mandados de prisão temporária contra o assessor especial da Presidência da República, Tadeu Filippelli, e os ex-governadores do Distrito Federal José Roberto Arruda (PR) e Agnelo Queiroz (PT).

Filippelli foi vice-governador na gestão de Agnelo e é presidente do diretório do PMDB no DF.
Segundo a PF, o objetivo da ação é investigar uma suposta organização criminosa que fraudou e desviou recursos das obras de reforma do estádio Mané Garrincha para Copa do Mundo de 2014.
“Orçada em cerca de R$ 600 milhões, as obras no estádio, que é presença marcante na paisagem da cidade, custaram ao fim, em 2014, R$ 1,575 bilhão. O superfaturamento, portanto, pode ter chegado a quase R$ 900 milhões”, diz a Polícia Federal.
As informações estão no acordo de delação premiada que a Andrade Gutierrez fez com investigadores da Lava Jato.
A hipótese investigada pela PF é que agentes públicos, com a intermediação de operadores, tenham realizado conluios e simulado procedimentos previstos em edital de licitação. (Bocão News)

PF dá início a análise de áudio da conversa de Temer com Joesley Batista

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A Polícia Federal recebeu neste domingo (21) a gravação entregue pelos executivos da Holding J&F à Procuradoria-geral da República na qual o presidente Michel Temer aparece em conversa no Palácio do Jaburu com o empresário Joesley Batista. Em nota divulgada no início da noite, a PF confirmou o recebimento dos áudios e dos quesitos apresentados pela PGR e pela defesa do Presidente Temer. Esses quesitos são questionamentos que a PGR e a defesa do presidente pretendem fazer sobre possíveis edições e falhas na gravação.
A perícia foi solicitada após a defesa de Temer, baseada em perícias divulgadas por jornais, contestar a autenticidade da gravação. O perito extrajudicial e judicial Marcelo Carneiro de Souza afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo ter identificado “fragmentações” em 14 momentos na gravação. “Em análise técnica preliminar, o Instituto Nacional de Criminalística apontou que é fundamental ter acesso ao equipamento que realizou as gravações originais. Por esse motivo, a PF oficiou à PGR, solicitando o aparelho. Não há prazo inicial estipulado para conclusão dos trabalhos periciais, especialmente diante da necessidade apontada de perícia também no equipamento”, afirma a PF. (B.N)
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